Uma operação da Divisão de Buscas e Recapturas (RECAP), da Secretaria de Estado de Polícia Penal do Rio de Janeiro, resultou na prisão de quatro suspeitos e na apreensão de drogas e materiais utilizados no tráfico, na última sexta-feira (dia 11), em Volta Redonda. A ação aconteceu por volta das 7h30, na Rua Sebastião Souza, na Candelária, em um condomínio do programa Minha Casa, Minha Vida, e contou com informações repassadas pelo Disque Denúncia.
Segundo a Polícia Penal, um dos presos, de 26 anos, é apontado como responsável pelo gerenciamento do tráfico de drogas na região e seria integrante de uma organização criminosa. Ele já possuía três registros criminais por tráfico de drogas e estava em liberdade desde julho de 2023, mas ainda tinha uma pena remanescente de mais de cinco anos para cumprir.
De acordo com os agentes, a equipe realizou um levantamento prévio do local e uma avaliação de riscos antes de chegar ao endereço indicado. Durante a aproximação, os policiais identificaram a movimentação de um grupo e confirmaram que o local funcionava como ponto de venda de drogas. Quatro suspeitos foram detidos.
Na ação, foram apreendidos 61 pinos com substância semelhante à cocaína, cinco trouxas de material semelhante à maconha e um galão de cinco litros de cloreto de etila, conhecido como “cheirinho da loló”. Também foram recolhidos três rádios comunicadores, sete celulares, três balanças de precisão, duas facas, um facão e um carregador de rádio.
Os quatro presos e todo o material apreendido foram encaminhados para a 93ª Delegacia de Polícia, em Volta Redonda. Após os procedimentos, os suspeitos foram levados para uma unidade prisional da Secretaria de Estado de Polícia Penal, onde permanecem à disposição da Justiça.
A Polícia Penal reforça a importância da colaboração da população no combate ao tráfico de drogas. Denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo Disque Denúncia, pelo telefone 2253-1177, que funciona 24 horas por dia. Também é possível encaminhar informações pelo aplicativo do Disque Denúncia RJ e pelo WhatsApp anonimizado do serviço.
Foto: Divulgação/Seppen












































