A administração municipal de Volta Redonda parece desconsiderar as críticas recentes em meio aos sinais evidentes de queda na arrecadação, um cenário observado em diversos municípios da região e no governo do estado do Rio de Janeiro. Em contraste com a prudência esperada em um ambiente econômico desafiador, o Palácio 17 de Julho persiste na alocação de recursos para projetos de construção, frequentemente concluídos além dos prazos originalmente estipulados, gerando custos adicionais para os cofres públicos.

Um exemplo notório é o edital de licitação para a contratação de uma empresa responsável pela construção da sede da secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPD), em imóvel localizado na Rua 548, no bairro Jardim Paraíba. O custo estimado para a obra é de R$ 3,7 milhões. O pregão, no formato de menor preço global, está agendado para 2 de fevereiro, às 9h.

Essa postura levanta questionamentos em relação às declarações anteriores do prefeito Neto (PP), nas quais afirmou que a criação da Secretaria não acarretaria ônus para os cofres municipais. Contudo, ao consultar o PortalVR, site oficial do Poder Executivo, fica evidente que a prática difere das declarações. Outras despesas relacionadas à administração do órgão público foram criadas, incluindo aluguel, além do salário bruto do titular da pasta, atualmente sob a liderança do vereador licenciado Pastor Washington Uchôa (Republicanos), que recebe R$ 9.440,00.

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