As medidas restritivas causadas pela pandemia do novo coronavírus seguem refletindo na indústria. Na quinta-feira (dia 16), a Nissan fechou acordo com os operários da fábrica de Resende para suspensão temporária do trabalho durante um mês depois que se encerrar o período de férias coletivas, no dia 22 de abril.

Aprovada em assembleia organizada pelo Sindicato dos Metalúrgicos do Sul Fluminense, a proposta inclui a redução de salários e de jornada, proporcionalmente, para outras áreas. “Como a maioria das empresas do Brasil, está sendo afetada como consequência do impacto econômico geral da rápida evolução da pandemia de Covid-19”, destacou a montadora, por meio de nota.

“As medidas seguem o programa emergencial de manutenção
do emprego e da renda, criado pelo governo federal. Segundo a empresa, isso “ajudará a minimizar o impacto nos negócios, sustentar
os empregos e gerenciar as atividades diante da retração do mercado”.

Dessa forma, a produção da Nissan, paralisada desde o dia 25 de marco, será retomada no dia 21 de maio. Na fábrica da montadora instalada em Resende trabalham 2,5 mil pessoas, incluindo terceirizados. Para o pessoal da área produtiva, que terá a suspensão
temporária do trabalho, uma parte do salário será pago pela empresa e outra pelo governo federal, seguindo o programa governamental.

Segundo a Nissan, os funcionários receberão, no mínimo, 75% do seu salário líquido. Para os empregados dos escritórios haverá redução de 20% da jornada e do salário. As medidas seguem o programa emergencial de manutenção do emprego e da renda, criado pelo governo. Segundo a empresa, isso “ajudará a minimizar o impacto nos negócios, sustentar os empregos e gerenciar as atividades diante da retração do mercado”.

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