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terça-feira, março 17, 2026
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Paulo Conrado se reúne com direção da CSN para discutir poluição ambiental em VR

Uma reunião realizada na terça (dia 4) entre o presidente da Câmara de Volta Redonda, vereador Paulo Conrado (DC), e o diretor-executivo de Siderurgia da CSN, Alexandre Lyra, tratou de uma reclamação constante da população: a permanente emissão de partículas poluentes dos equipamentos instalados na Usina Presidente Vargas. Ao parlamentar, o representante da empresa alegou que a intensidade do chamado “pó preto” no município está ocorrendo devido a “um fenômeno climático natural denominado inversão térmica”. 

“É um fenômeno que ocorre em período de estiagem e clima seco e frio. O ar quase não dispersa. Com isso, as concentrações de partículas se acumulam sobre a região onde o fenômeno ocorre. Mas é claro que isso não justifica o ‘pó preto'”, detalhou Conrado. “A CSN me disse que, fora a questão do clima, a empresa vem investindo em equipamentos modernos, como filtros de despoeiramento. Estes filtros, porém, são soluções a médio prazo. Por isso, indaguei sobre quais as soluções a curto prazo”.

O presidente da Câmara Municipal esclareceu que os representantes da Companhia afirmaram que há um processo de implantação de máquinas novas e modernas de varrição e canhões de névoa de água para evitar o levantamento de poeira. “Também, como medidas a curto prazo, destacaram que foram reparados seis fornos críticos da Coqueria e já começaram a mobilização para reparos nas sinterizações. E que estão fazendo uma regulagem da produção em processos que possam causar emissões. Estão aumentando as paradas de manutenção. Isso reduz a produção, mas também, segundo eles, diminui as emissões porque as manutenções são mais intensas”, disse.

 Conrado também questionou a emissão de fumaça alaranjada pela Usina. Segundo ele, foi informado pela CSN que estão sendo implantadas medidas para resolver o problema. “Quero dizer que fui cumprir minha missão como presidente do Poder Legislativo. Fiquei esperançoso com o que ouvi e o fato do Alexandre, que está como diretor da CSN há poucos meses, se mostrar muito sensível à questão das emissões de pó na cidade”, finalizou o vereador.

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