Um enfermeiro de 43 anos foi preso na tarde de segunda-feira (dia 2), no Hospital Flávio Leal, em Piraí, suspeito de praticar importunação sexual contra uma colega de trabalho, de 19 anos. A ação foi realizada por policiais civis da 94ª Delegacia de Polícia.
De acordo com a Polícia Civil, a investigação teve início após uma denúncia anônima recebida há cerca de uma semana, relatando que o profissional estaria adotando comportamentos inadequados com funcionárias da unidade, incluindo abraços, beijos e toques sem consentimento. Segundo as informações, as vítimas não teriam procurado a polícia anteriormente por receio.
Diante da denúncia, a delegacia solicitou à Secretaria de Ordem Pública acesso às imagens das câmeras de segurança do hospital. As gravações teriam confirmado episódios recentes. Em um dos registros, feitos na tarde de segunda-feira, o enfermeiro aparece atrás de um balcão interagindo com a jovem de 19 anos, que deixa o local visivelmente constrangida. Após a confirmação dos fatos pela vítima, ele foi conduzido à delegacia e autuado.
Ainda conforme a investigação, imagens de dias anteriores também indicariam condutas semelhantes envolvendo a mesma funcionária e outras colaboradoras da unidade. A Polícia Civil informou que outras possíveis vítimas já foram identificadas e deverão prestar depoimento nos próximos dias.
O suspeito foi autuado por importunação sexual em continuidade delitiva, considerando a repetição dos atos. A pena prevista pode ultrapassar oito anos de prisão, a depender do andamento do processo e da apuração dos demais fatos.
Em nota, foi destacado que o Hospital Flávio Leal mantém atendimento regular à população e que a conduta investigada diz respeito exclusivamente ao profissional envolvido. A prefeitura colaborou com a apuração, fornecendo prontamente as imagens solicitadas.
O enfermeiro será encaminhado ao sistema prisional e permanecerá à disposição da Justiça, aguardando audiência de custódia. A Polícia Civil reforça a importância de que vítimas de qualquer tipo de violência denunciem os fatos às autoridades.













































Um profissional de nível superior, militante na área da saúde, onde é exigido comportamento de sigilo e indiferença com o sexo oposto. Um código de ética rigoroso, que exige resguardo com o sexo oposto, justamente por (eventualmente), atender o sexo oposto (às vezes) sem as vestes, em uma ação desprezível como essa. Quem as nossas universidades estão formando?
Sujeitinho ordinário é esse, um verdadeiro safado ele merece é um cacete para aprender de um jeito ou de outro para aprender a ser gente e respeitar as pessoas.