A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) se pronunciou na manhã desta quinta-feira (dia 19) sobre as medidas tomadas para evitar a transmissão do novo coronavírus em seus funcionários. A empresa revela que criou um Comitê de Crise para monitoramento dos acontecimentos em tempo real.

Mesmo com a pandemia do coronavírus, a CSN ressalta a parte econômica, citando a sua “contribuição para a preservação dos empregos e da economia local e nacional”. Até o momento, não houve alteração na rotina de trabalho dos funcionários da Usina Presidente Vargas, em Volta Redonda, e demais sedes.

Segundo a empresa, as determinações seguem as recomendações do Ministério da Saúde e da Organização Mundial de Saúde (OMS). “Tais medidas envolvem cuidados com a higiene, limpeza de mãos, limpeza das próprias unidades, acompanhamento médico, restrição de visitas, reuniões, viagens e contatos, análise de grupos de risco e difusão interna de prevenção”, lista a nota.

Na semana passada, um colaborador do escritório do grupo em São Paulo foi diagnosticado com o novo coronavírus. Ele passa bem.

Confira a íntegra do comunicado da CSN:

“Neste momento de grande preocupação mundial com o coronavírus, a CSN vem esclarecer à população de Volta Redonda que a empresa adotou todas as medidas cabíveis recomendadas pelo Ministério da Saúde e pela Organização Mundial de Saúde. Tais medidas envolvem cuidados com a higiene, limpeza de mãos, limpeza das próprias unidades, acompanhamento médico, restrição de visitas, reuniões, viagens e contatos, análise de grupos de risco e difusão interna de medidas de prevenção.

Seguimos a normalidade na Usina Presidente Vargas, tomando medidas crescentes para proteger os nossos colaboradores e a sociedade local. Acreditamos que estamos dando nossa contribuição para a preservação dos empregos e da economia local e nacional. Estabelecemos um Comitê de Crise para monitoramento dos acontecimentos em tempo real e para podermos atuar com maior eficiência e eficácia.  

Acreditamos que a melhor maneira de enfrentar o problema é, além das medidas citadas, trabalhar com informação e com transparência. Não temos, ainda, confirmado nenhum caso da doença em Volta Redonda e precisamos fazer todo o esforço para que essa segurança seja mantida o máximo possível.

Estamos em contato com as autoridades locais, municipais e nacionais. Reafirmamos que a CSN está aberta à colaboração para o bem-estar da cidade de Volta Redonda.”

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