O Centro Municipal de Saúde, antigo Hospital Santa Margarida, irá atuar como ponto unificado das UTIs municipais. A informação foi divulgada pelo prefeito Samuca Silva (PSC), na tarde desta quarta-feira (dia 27), em uma transmissão ao vivo nas redes sociais.

Segundo Samuca, as UTIs destinadas ao Covid-19 do Hospital São João Batista e do Retiro, serão realocadas para os quatro primeiros andares do Santa Margarida, que já estão prontos para funcionamento. “Essa é uma forma que encontramos para liberar as cirurgias eletivas, aquelas cirurgias que estão pendentes na nossa cidade”, destacou o prefeito.

A inauguração do Hospital, prevista para o começo deste ano, foi adiada, para que, de acordo com Samuca, “a estratégia fosse alterada para combater ao coronavírus”.

Comércio

Nesta quinta-feira (dia 27), após uma semana fechado, o comércio retoma suas atividades, no que Samuca classificou como “um dia importante. Mais uma vez, o prefeito pediu a colaboração e a compreensão da população. “Por favor, saiam apenas se for necessário. Temos que voltar a rotina, mas com cuidados”, afirmou.

Voltam a funcionar a partir de amanhã: Escritórios e serviços administrativos, comércio e reparação de veículos, serviços de informação e comunicação, bares e restaurantes em horário reduzido de 10h às 19h e com 30% da lotação máxima, comércio varejista, com funcionamento de 14h às 22h, setor de serviços, atividades científicas e técnicas e shopping centers, no horário de 14h às 20h. Os serviços considerados essências, como padarias, supermercados e clínicas médicas, seguem funcionando.

Números da Covid-19

No boletim epidemiológico desta quarta-feira (dia 27), a secretaria de Saúde confirmou o 31º óbito por Covid-19 no município. Trata-se de uma mulher, de 52 anos, que apresentava comorbidades por ser hipertensa. Os casos confirmados chegaram a 877 e os suspeitos, a 2418, representando uma variação de 4,85%, valor abaixo dos 5% estipulados no acordo com o MPRJ.

Em relação a ocupação hospitalar, Volta Redonda segue dentro das metas do acordo de flexibilização comercial. As UTIs do município contam com 11,5% de ocupação, índice inferior aos 50% determinados pela Justiça. Já o Hospital de Campanha, chegou a 9,64% ocupação, sendo assim, representando um número abaixo dos 60% permitidos no acordo

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