A Coovre (Cooperativa dos Servidores da Prefeitura de Volta Redonda) realizou, na última sexta-feira (dia 20), uma assembleia de prestação de contas e de apresentação do novo conselho fiscal da entidade, aprovados no evento. Segundo a direção da cooperativa, foi divulgado aos cooperados a sobra líquida bruta de capital de R$ 261.194,85, que equivale a diferença entre receita e despesa da instituição, antes das deduções de valores que são encaminhados aos Fundos obrigatórios e de natureza estatutária, também aprovados em assembleia aberta. Este valor apurado foi somado aos juros do capital de R$ 50.520,00, totalizando R$ 311.714.85.
Desse total, cerca de R$ 100 mil foram destinados ao FAPES, que é o Fundo de Assistência Técnica e Social utilizado para a compra de kits escolares que são distribuídos aos filhos estudantes dos cooperados. “Este ano serão comprados mais de 190 kits escolares para distribuição. O restante, mais de R$ 200 mil de sobra liquida, serão distribuídos entre o capital individual de cada cooperado”, informou a Coovre.
A assembleia de prestação de contas aconteceu no espaço CDL, no bairro Aterrado, com a presença e diretores e do diretor presidente da cooperativa, Mauricio Cezar Pinho. O ex-vereador e associado Lela presidiu os trabalhos do cerimonial da mesa.
Oportunidades para mais associados
Durante a reunião, o presidente Mauricio Pinho fez a apresentação dos números fiscais e resultados financeiros da Cooperativa em 2025. “Nós já chegamos a ter 1.200 associados, mas muitos saíram porque se aposentaram e receberam a devolução do capital de forma parcelada. Se a gente conseguir um número maior de associados este ano, quem sabe podemos pensar futuramente até num financiamento habitacional. A Coovre que começou com 20 associados, com um capital de apenas R$ 80,00 (oitenta reais), é uma cooperativa de mais de R$ 4 milhões. Se conseguirmos mais apoio, com certeza vamos apresentar um resultado melhor ainda para os cooperados, podendo fazer mais coisas”, comparou Pinho.
A Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores Municipais do Sul Fluminense, que iniciou em 1996, já conseguiu comprar a sua sede na Rua Rui Barbosa de Oliveira, 173, no bairro Aterrado, com os recursos que recebeu dos cooperados, e teve aumento do patrimônio líquido em 7,31% em 2025, em relação ao exercício de 2024, considerado positivo pela sua diretoria. “O capital social da Coovre é representado pela soma do dinheiro que cada cooperado tem na instituição, que é fiscalizada mensalmente pelo Banco Central e sujeita a pesadas multas se não apresentar o balanço mensal. Os juros cobrados por empréstimos são de 2%, o que dá uma taxa anual de 26,82%”, informou a cooperativa.
Os descontos são feitos em folha de pagamento com valores entre R$ 5,00 até R$ 50,00, o que exigem duas condições básicas: margem de consignação em folha de pagamento para suportar as prestações e capital mínimo igual a um décimo do valor do empréstimo que pode ser solicitado pelo associado. “As prestações que são pagas tem juros abaixo do mercado, e uma cota dos empréstimos feitos ajudam a aumentar o capital social de cada cooperado, fortalecendo a margem de garantia para novos empréstimos. No ano de 2025, a Cooperativa realizou 464 contratos, emprestou aos servidores o valor total de mais de R$ 2 milhões”, esclareceu a diretoria.
No final da assembléia, houve o sorteio de mais de 20 brindes entre os participantes, com premiação de TV 50“, vales-mercados de R$ 300,00, aparelhos eletrônicos e a oferta de um coquetel.












































