A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) negou a existência de negociações avançadas para a venda de sua operação de siderurgia, conforme informações publicadas pelo site InvestNews. A empresa respondeu a questionamentos da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) após uma reportagem citar possíveis vendas de ativos e até a alienação total do negócio siderúrgico.
Em comunicado ao mercado, a CSN esclareceu que a matéria tem como base o Fato Relevante divulgado em 15 de janeiro de 2026, no qual informou ter autorizado a realização de estudos para uma alienação estruturada de ativos. O objetivo, segundo a companhia, é reduzir o endividamento e fortalecer sua estrutura de capital.
De acordo com a empresa, seguem em avaliação a venda de participação relevante em ativos de infraestrutura, a possível alienação do controle da CSN Cimentos e alternativas estratégicas na área de siderurgia, visando maximizar a geração de caixa no curto prazo.
A CSN destacou que não há negociações em estágio avançado nem compradores definidos e reforçou que qualquer menção a percentuais específicos de venda é mera especulação. A companhia também informou que não contratou, até o momento, assessor financeiro para tratar de assuntos relacionados à siderurgia.
Por fim, a empresa afirmou que não existem fatos novos que justifiquem a divulgação de um novo Fato Relevante, além do já comunicado ao mercado, reiterando o compromisso de manter acionistas e investidores informados sobre qualquer avanço relevante em seu plano de desinvestimentos.












































Aço Chinês, (fabricado com minério de ferro barato comprado da CSN nos últimos 30 anos), chegando no Brasil por preços inferiores ao produzido por aqui, está inviabilizando nossos processos siderúrgicos. A ação estratégica deveria ter sido há 30 anos passados: NÃO VENDER COMODITIES. Estamos cometendo o mesmo erro com a soja, o cacau, o café, e diversos minérios (inclusive o Nióbio).