A produção em série do novo Jeep Avenger no Polo Automotivo de Porto Real marca uma nova fase para a indústria automobilística do Sul Fluminense. Com investimentos de R$ 3 bilhões na unidade até 2030, a Stellantis anunciou a abertura de um segundo turno de produção, medida que resultará na criação de 1.250 novos postos de trabalho, entre empregos diretos e indiretos.
Ao todo, serão contratados 800 novos colaboradores para atuar diretamente na fábrica, além da geração de outros 450 empregos no parque de fornecedores instalado no entorno da unidade. A expansão acompanha o início da fabricação do Novo Jeep Avenger, primeiro modelo produzido no Brasil com a tecnologia Bio-Hybrid (MHEV 12V) e nova plataforma eletrificada da companhia.
Além das contratações, a montadora confirmou a chegada de oito novos fornecedores ao complexo industrial de Porto Real. Com isso, o parque passa a contar com 13 empresas parceiras instaladas na região, fortalecendo a cadeia produtiva automotiva e ampliando as oportunidades para o mercado de trabalho local.
Os investimentos fazem parte de um pacote de R$ 32 bilhões que a Stellantis destinará à América do Sul, sendo R$ 3 bilhões direcionados exclusivamente ao Polo Automotivo de Porto Real até 2030. A modernização da fábrica também posiciona a unidade fluminense na estratégia global de eletrificação e descarbonização da empresa.
Segundo o presidente da Stellantis para a América do Sul, Herlander Zola, o lançamento representa um marco para a companhia e para a marca Jeep. “A Jeep é a grande referência e sinônimo absoluto de SUV, no Brasil e no mundo. Conforme previsto em nosso plano estratégico global, a renovação do nosso lineup de SUVs é a peça central para fortalecer a nossa liderança no mercado. Por isso, num momento em que a categoria de B-SUVs dá um salto e cresce quase 80% no nosso país, nós assumimos novamente o protagonismo e iniciamos hoje um novo capítulo para a marca e para a Stellantis: o início de produção do Novo Jeep Avenger”, afirmou.
A expectativa é de que o aumento da produção gere impactos positivos em diversos setores da economia regional, como logística, transporte, comércio e prestação de serviços, consolidando o Sul Fluminense como um dos principais polos industriais do Estado do Rio de Janeiro. O fortalecimento da cadeia de fornecedores também tende a atrair novos investimentos e ampliar as oportunidades de emprego nos municípios da região.













































