Os artesãos que participam de cursos promovidos nos Centros de Referência em Assistência Social (Cras) e no Centro de Inclusão Produtiva (Cip) voltarão a contar com três quiosques fixos para comercialização dos seus produtos. A iniciativa é da Secretaria de Ação Comunitária (Smac), que é responsável pela administração dos espaços públicos localizados nos Mercados Populares da Vila Santa Cecília e Aterrado. Os quiosques estavam fechados há quatro anos.

De acordo com o secretário municipal de Ação Social, Munir Francisco, os espaços serão reabertos no próximo mês. O objetivo é que toda a produção desses alunos seja exposta antes do final do ano, quando aumenta o fluxo de venda de produtos por conta das festas.

“Vamos promover o acesso ao mercado para um dos setores mais impactados pela pandemia, que foi o do artesanato. Nosso objetivo é de levar oportunidades de geração de renda para esse público mais vulnerável. Isso vai nos ajudar no processo de retomada econômica, inclusão e empreendedorismo na nossa cidade, principalmente nesse momento difícil onde as pessoas não tiveram como expor os seus produtos”, afirma Munir.

Além da reabertura dos espaços, a Smac realiza durante o ano todo ações de qualificação, um dos pilares fundamentais para o sucesso do empreendedor. Atualmente cerca de 80 alunos estão participando de oficinas de artesanato promovidas nos Cras da cidade.

“Com a reabertura desses quiosques todos saem ganhando. O artesão que divulga e vende seus produtos, gerando renda e os consumidores que passam a contar com mais opções de compra”, ressalta o secretário de Ação Comunitária.
A dinâmica de funcionamento desses quiosques, como turnos de trabalho, número de produtos expostos de cada artesão, entre outros, está sendo reorganizada para beneficiar todos os expositores.

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