O empresário Benjamin Steinbruch, controlador da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), avalia a possibilidade de vender o controle do setor de siderurgia do grupo, cuja principal unidade é a Usina Presidente Vargas (UPV), localizada em Volta Redonda, A informação foi publicada com exclusividade pelo jornal Valor Econômico, nesta segunda-feira (dia 26) .
Segundo a reportagem, a CSN realizou abordagens informais a empresas concorrentes para sondar o interesse na aquisição de uma participação relevante, ou até mesmo de 100% do negócio siderúrgico. As conversas fazem parte de um processo de revisão estratégica de ativos, iniciado pela companhia na segunda metade de 2025.
De acordo com fontes ouvidas pelo Valor, as tratativas vêm sendo conduzidas, por enquanto, pela própria empresa, que deverá contratar um banco de investimento para assessorá-la em um eventual processo de desinvestimento. A iniciativa está alinhada ao plano anunciado recentemente pela CSN de vender entre R$ 15 bilhões e R$ 18 bilhões em ativos, com o objetivo de reduzir o nível de endividamento do grupo .
A estratégia do conglomerado liderado por Steinbruch é priorizar os negócios de mineração e infraestrutura, considerados mais rentáveis e com melhores perspectivas de geração de caixa no médio e longo prazos. No caso da siderurgia, a avaliação interna é de que o setor seguirá pressionado pela concorrência do aço importado, especialmente de países asiáticos, além de exigir elevados volumes de investimento para manter competitividade .
Atualmente, a siderurgia é um dos pilares históricos da CSN, com destaque para a Usina Presidente Vargas, que marcou o desenvolvimento econômico de Volta Redonda e da região Sul Fluminense ao longo de décadas. Uma eventual venda do controle do setor pode representar uma mudança estrutural significativa no perfil do grupo.
A CSN não se manifestou sobre a possibilidade de venda do controle da área siderúrgica até o fechamento da reportagem.













































Seria uma grande perda para os empregados do grupo. Benjamin tem demostrado um carisma muito grande pelos seus empregados. Desde quando assumiu o controle acionário do grupo, observamos melhoras significativas nos salários, refeição servida nos restaurantes, plano de saúde, recreio do trabalhador, crescimento profissional e demais benefícios que dispensados aos trabalhadores. Vamos sentir saudades desses bons tempos.