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quarta-feira, junho 10, 2026
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Policial militar da reserva é levado à delegacia após PRF recuperar caminhonete com registro de apropriação indébita em Piraí

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) recuperou, na noite de terça-feira (dia 9), uma caminhonete com registro de apropriação indébita durante uma fiscalização de combate ao crime na Rodovia Presidente Dutra, em Piraí. O veículo, avaliado em R$ 50.570, foi encaminhado para a Polícia Civil juntamente com dois ocupantes.

A ocorrência foi registrada por volta das 19h30, na altura do km 233, no sentido Rio de Janeiro, nas proximidades da Unidade Operacional de Caiçara. Policiais do Grupo de Patrulhamento Tático (GPT) da 7ª Delegacia da PRF abordaram uma VW/Nova Saveiro, ano 2017/2018, com placas de Belo Horizonte (MG), ocupada por dois homens, de 55 e 54 anos.

Segundo a PRF, logo após a abordagem, o motorista, de 55 anos, apresentou-se como policial militar da reserva e afirmou que a caminhonete era alugada, alegando que toda a documentação estava regular. Apesar disso, os agentes prosseguiram com a fiscalização e constataram, em consulta aos sistemas, que a proprietária do veículo, uma locadora de veículos, havia registrado uma ocorrência de apropriação indébita em 22 de agosto de 2019, no Rio de Janeiro.

Ainda conforme a corporação, o condutor declarou inicialmente que o automóvel estaria alugado por uma terceira empresa para a qual prestava serviços de manutenção de veículos. Ele afirmou que havia saído de Nova Iguaçu, ido até Barra Mansa para realizar um serviço e retornava quando foi abordado.

Diante da situação, os dois homens e a caminhonete foram encaminhados para a 94ª Delegacia de Polícia de Piraí para o registro da recuperação do veículo e adoção das medidas cabíveis.

Já na delegacia, segundo a PRF, o motorista apresentou uma nova versão dos fatos. Ele informou ser proprietário de uma oficina mecânica e relatou que um homem, cujo nome e contato telefônico não soube informar, teria deixado a caminhonete em seu estabelecimento para manutenção. Ainda de acordo com seu relato, como o suposto cliente não retornou para pagar pelo serviço nem buscar o veículo, ele decidiu utilizar a caminhonete em suas atividades profissionais.

O caso será investigado pela Polícia Civil.

Foto: Divulgação/PRF

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